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Coco Gauff Wimbledon 2025: A 'veterana' de 22 anos completa set de semis em todos os Slams com virada histórica

Coco Gauff Wimbledon 2025: A 'veterana' de 22 anos completa set de semis em todos os Slams com virada histórica

Ela chegou em Wimbledon com um cartaz de "veterana" e uma missão: provar que a grama não era mais seu calcanhar de Aquiles. Coco Gauff Wimbledon 2025 não só virou o jogo contra Jessica Pegula nas quartas de final como escreveu seu nome na história. Ao vencer por 4-6, 6-3, 6-3, a americana se tornou a jogadora mais jovem desde Maria Sharapova (em 2007) a alcançar as semifinais de todos os quatro Grand Slams. E o mais impressionante? Ela fez isso com a frieza de quem já viveu isso tudo antes.

Se tem uma coisa que o tênis feminino atual adora é criar narrativas de "nova geração", mas Coco Gauff parece ter pulado essa fase. Ela não é mais a promessa de 15 anos que derrubou Venus Williams em 2019. Ela é a "veterana" de 22 anos que, nas palavras dela mesma, "andou na Quadra Central sem nenhum nervosismo". E esse é o tipo de maturidade que separa as boas jogadoras das lendas em formação.

O que significa Coco Gauff completar o set de semifinais em todos os quatro Slams?

Vamos direto ao ponto: isso é um feito raríssimo. Desde que Maria Sharapova completou o "set" no Aberto da França de 2007, aos 20 anos, ninguém havia sido tão jovem a alcançar as semifinais de todos os quatro torneios do Grand Slam. Coco Gauff Wimbledon 2025 entra para a história como a mais jovem a fazer isso desde Sharapova.

  • Consistência em todas as superfícies: Gauff já havia chegado às semis do Australian Open (2020, 2024), Roland Garros (2022, 2024) e US Open (2023, 2024). Faltava apenas Wimbledon.
  • A grama como último obstáculo: Para uma jogadora que, antes de 2025, não havia vencido uma única partida em dois anos na grama, completar esse ciclo é um testamento de evolução técnica e mental. É como aqueles times que viram a chave na Libertadores depois de anos de sofrimento — leia também sobre as Oitavas de final da Libertadores 2025: datas, horários e análise dos confrontos.
  • Comparação com Sharapova: Ambas são campeãs de Grand Slam precoces, mas Gauff chega a esse marco com um currículo que já inclui dois títulos de simples (US Open 2023 e Roland Garros 2024). A russa, em 2007, tinha um título (Wimbledon 2004).

O feito não é apenas estatístico. Ele mostra que Gauff não é uma "especialista de saibro" ou "jogadora de piso duro". Ela é, aos 22 anos, uma competidora completa.

Como foi a virada de Coco Gauff contra Jessica Pegula nas quartas de Wimbledon 2025?

Se você assistiu ao jogo, viu duas histórias se desenrolarem. No primeiro set, Pegula parecia no controle. A cabeça de chave 4, que já havia perdido três quartas de final consecutivas em Wimbledon, começou firme, forçando erros de Gauff. "Eu estava cometendo erros demais no primeiro set, apressando os ralis", admitiu Gauff depois.

Mas aí veio o segundo set. E foi aí que a "veterana" de 22 anos mostrou a que veio.

  • Ajuste tático: Gauff parou de tentar ganhar o ponto na base da força bruta. Começou a variar o saque, usar mais slices e quebrar o ritmo de Pegula. A americana, que é uma das melhores devolvedoras do circuito, viu seu jogo ser desmontado.
  • Fator "set decisivo": Gauff demonstrou confiança em sets decisivos. "Tenho ido a três sets em quase todas as partidas. Quando você tem essa fé como competidora, não entra em pânico quando perde um set", explicou ela.
  • O colapso de Pegula: Do outro lado, Jessica Pegula, de 32 anos, viveu seu próprio drama. Perdeu sua quarta quartas de final consecutiva em Wimbledon. Para alguém que foi vice-campeã do US Open 2024, a grama continua sendo um pesadelo. No surfe, a pressão também é implacável — veja como Finals Day: Brasil tem dois representantes nas semis e pode fazer final brasileira em Saquarema.

O placar final (4-6, 6-3, 6-3) não conta a história completa. A virada foi construída na paciência, na crença e na capacidade de se adaptar a uma superfície que, até duas semanas atrás, era sua maior inimiga.

Por que Coco Gauff é chamada de 'veterana' mesmo com apenas 22 anos?

Parece estranho, né? Veterana aos 22. Mas o tênis tem regras próprias.

Quando você estreia em um Grand Slam aos 15 anos (Wimbledon 2019), quando você já conquistou um US Open e um Roland Garros, a experiência acumulada é de uma carreira inteira. Coco Gauff semifinal Wimbledon não é apenas um feito; é a consolidação de uma trajetória.

  • A pressão dos holofotes: Gauff lida com expectativas desde os 15 anos. Ela já foi chamada de "próxima Serena" por anos. Isso forja um caráter que muitas jogadoras de 25 anos ainda não têm.
  • A declaração dela: "Depois de sete anos jogando este torneio, acho que foi a primeira vez que consegui andar na Quadra Central sem nenhum nervosismo. Não sei se estou me tornando uma veterana", disse ela, rindo. E é isso: ela se sente em casa.
  • Comparação com Venus Williams: Em 2019, Gauff derrotou Venus Williams na primeira rodada. Na época, era a "menina prodígio". Agora, ela é a referência. A veterana. No futebol, a história é parecida: o Ex-Palmeiras, Endrick sofre forte entrada de Casemiro e lance viraliza; confira o vídeo mostra como jovens talentos também enfrentam duros testes.

Qual foi o tabu do gramado que Coco Gauff quebrou em Wimbledon 2025?

Vamos ser honestos: a grama sempre foi o ponto fraco de Gauff. Ela mesma admitiu: "Considerando que não havia vencido uma partida em dois anos na grama antes deste torneio, estou muito feliz com a forma como joguei hoje."

  • Histórico antes de 2025: Melhor resultado em Wimbledon era a quarta rodada (2019). Em 2024, caiu na primeira rodada. Era uma relação de amor e ódio.
  • A evolução técnica: O saque de Gauff melhorou. A movimentação na grama, que antes era desajeitada, agora é fluida. Ela aprendeu a usar a grama a seu favor, e não contra ela.
  • A quebra do tabu: Ao chegar à semifinal, Gauff não apenas quebrou um bloqueio pessoal. Ela mostrou que seu jogo, que muitos diziam ser "feito para o saibro", pode brilhar em qualquer superfície. A cobertura completa do torneio está disponível na TV Copa.

O que esperar de Coco Gauff na semifinal de Wimbledon 2025?

Agora vem a parte mais interessante. Gauff enfrentará Naomi Osaka ou Karolina Muchova na semifinal. Independentemente de quem passar, o desafio é enorme.

  • Contra Osaka: Seria um duelo de gerações. Osaka, que já foi número 1 do mundo, tem o poder de fogo para dominar na grama. Mas Gauff tem a consistência e a defesa para forçar erros.
  • Contra Muchova: A tcheca é uma das jogadoras mais imprevisíveis do circuito. Seu jogo versátil pode confundir Gauff, mas a americana mostrou contra Pegula que sabe se adaptar.
  • Favoritismo? Gauff não é favorita contra nenhuma das duas, mas carrega a confiança de quem já venceu em todas as superfícies. E, como ela mesma disse: "Quando você tem fé como competidora, não entra em pânico."

Se ela vencer, será sua primeira final em Wimbledon. Se perder, sai de cabeça erguida por ter quebrado o tabu do gramado e completado o set de semis em todos os Slams.

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Perguntas frequentes

Coco Gauff é a mais jovem a fazer semifinais em todos os Slams? Não. Ela é a mais jovem desde Maria Sharapova (2007). Sharapova tinha 20 anos quando completou o feito. Gauff tem 22.

Qual foi o placar da partida contra Pegula? Gauff venceu de virada por 4-6, 6-3, 6-3 nas quartas de final de Wimbledon 2025.

Quantos títulos de Grand Slam Coco Gauff tem? Dois títulos de simples: US Open 2023 e Roland Garros 2024.

Qual a importância dessa semifinal para Gauff? É a primeira vez que ela chega às semis em Wimbledon, completando o set de semifinais em todos os quatro Grand Slams. Prova que a grama não é mais seu ponto fraco.


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