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Djalminha não acredita em favoritismo do Brasil na Copa do Mundo 2026

Djalminha não acredita em favoritismo do Brasil na Copa do Mundo 2026

Djalminha solta a bomba: "Brasil não é favorito na Copa"

Djalminha, ex-meio-campista brasileiro e campeão da Copa América de 1997, mandou a real: o Brasil favorito para a Copa do Mundo? Pode esquecer.

Em entrevista à AFP, o ex-jogador, hoje comentarista, foi direto. Ele não só afirmou que a seleção canarinho não está no topo da lista, como colocou a Argentina, sua arquirrival, como a grande força do momento. O mais curioso? Djalminha tem acesso privilegiado ao técnico argentino, Lionel Scaloni, e aos bastidores da seleção hermano. Não é chute. Não é clubismo. É análise de quem esteve lá. Leia também sobre como a França lidera o ranking das seleções mais valiosas da Copa, com o Brasil em segundo.

A declaração que gerou polêmica

A fala de Djalminha foi direta como um drible desconcertante. "Não somos favoritos, temos problemas", disparou. Para ele, a Argentina atual está mais forte do que há quatro anos, quando levantou a taça no Catar. A declaração, claro, dividiu opiniões.

Enquanto parte da torcida brasileira reagiu com indignação, outra parte — a mais realista — concordou. Afinal, quem acompanha a seleção de perto sabe que o time ainda patina em busca de identidade. Djalminha apenas verbalizou o que o olho clínico já percebia.

Por que Djalminha tem autoridade para falar?

Não é todo dia que um ex-jogador brasileiro crava o dedo na ferida com tanta propriedade. Djalminha, hoje com 55 anos, não é comentarista de sofá. Ele viveu a parada.

Durante cinco anos, ele e Lionel Scaloni foram companheiros de quarto e de campo no Deportivo La Coruña. Juntos, conquistaram o título do Campeonato Espanhol em 2000 — feito histórico para o clube galego. Essa amizade abriu portas. Djalminha foi ao treino da Argentina em Kansas City, nos Estados Unidos, e foi recebido com um abraço caloroso de Scaloni.

Ele viu de perto o ambiente, a preparação e o entrosamento do time atual. E, pasmem, saiu de lá ainda mais convencido. "Ele é um fenômeno. Conseguiu fazer com que todos os jogadores entendessem a importância que o Messi tem", disse sobre o amigo Scaloni. Isso não é achismo. É relato de bastidor. Saiba como Ancelotti está otimista com a recuperação de Wesley e quais os planos B para a lateral direita.

Os argumentos de Djalminha contra o favoritismo brasileiro

Djalminha não ficou só no "não somos favoritos". Ele foi fundo nos problemas que enxerga na seleção. E a lista não é curta:

  • Falta de um estilo de jogo definido: A seleção oscila entre esquemas táticos. Uma hora tenta ser compacta, na outra aposta na transição rápida. Resultado: time confuso.
  • Dependência excessiva de Vinícius Júnior e Neymar: Quando Neymar está disponível, o jogo passa por ele. Quando não está, a responsabilidade cai sobre Vini Jr. Falta um plano B consistente.
  • Problemas defensivos: Laterais e zaga não inspiram confiança. A saída de bola é frágil, e a proteção à defesa é falha.
  • Comparação com a Argentina: O time de Scaloni é mais entrosado, tem comando claro e força coletiva. Messi é o maestro, mas a orquestra funciona sem ele.

Djalminha ainda lamentou a saída de Carlo Ancelotti. "Ancelotti foi bom para o Brasil, mas teve pouco tempo de trabalho", afirmou. Traduzindo: a CBF tropeçou na própria incompetência.

Quem são os favoritos para Djalminha?

Se você esperava ouvir o nome do Brasil no topo da lista, esqueça. Djalminha foi categórico ao listar os favoritos para a Copa do Mundo:

  1. Argentina: Atual campeã e com o melhor conjunto. Scaloni fez um trabalho de ourivesaria.
  2. França: Mesmo com o declínio de alguns jogadores, ainda tem elenco profundo e uma máquina chamada Mbappé.
  3. Espanha: Controle de jogo, posse de bola e jovens promessas como Pedri e Gavi. A Roja voltou a ser temida.
  4. Portugal: Talvez a surpresa, mas com elenco recheado de talento e um técnico que sabe montar esquemas defensivos sólidos.
  5. Brasil: Em quinto lugar. "Talvez durante a Copa o time possa crescer e conquistar algo grande, mas, se eu tiver que listar os favoritos, coloco o Brasil em quinto", completou.

Repercussão e críticas à declaração

A torcida brasileira, claro, se dividiu. Nas redes sociais, houve quem xingasse Djalminha de "pessimista" e "derrotista". Mas também teve quem concordasse abertamente, pedindo mudanças urgentes na CBF.

Djalminha foi duro, mas foi honesto. E no futebol, honestidade às vezes dói mais que uma goleada. Veja também a escalação do Brasil contra o Egito, com Ancelotti testando mudanças e preparando o time para a estreia na Copa.


Leia também

Perguntas frequentes

O que Djalminha falou sobre o Brasil na Copa?

Djalminha afirmou que o Brasil não é favorito ao título, citando problemas de conjunto e falta de um estilo definido. Ele colocou a seleção em quinto lugar na lista de favoritos, atrás das seleções da França, Espanha, Argentina e Portugal.

Por que Djalminha acha que a Argentina é mais forte que o Brasil?

Segundo ele, a Argentina atual está mais forte do que há quatro anos, quando foi campeã mundial. O time de Scaloni é mais entrosado, tem comando claro e força coletiva, além de contar com Messi como maestro.

Qual a relação de Djalminha com Scaloni?

Djalminha e Lionel Scaloni foram companheiros por cinco anos no Deportivo La Coruña, onde conquistaram o título do Campeonato Espanhol em 2000. Eles mantêm amizade próxima, e Djalminha chegou a visitar o treino da Argentina em Kansas City.

Quais são os favoritos para a Copa segundo Djalminha?

Ele listou França, Espanha, Argentina e Portugal como favoritos à frente do Brasil. A Argentina é a principal candidata, seguida pela França, Espanha e Portugal.


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Perguntas frequentes

O que Djalminha falou sobre o Brasil na Copa 2026?
Djalminha afirmou que o Brasil não é favorito para a Copa de 2026, apontando a Argentina como mais forte e colocando o Brasil em quinto lugar entre os favoritos.
Por que Djalminha acha que a Argentina é mais forte que o Brasil?
Segundo ele, a Argentina tem um time mais entrosado, com um estilo de jogo definido, e conta com Messi em boa fase, além de ter vencido a Copa de 2022.
Qual a relação de Djalminha com Scaloni?
Djalminha foi companheiro de Scaloni no Deportivo La Coruña e mantém contato, o que lhe dá uma visão privilegiada sobre o trabalho do técnico argentino.
Quais são os favoritos para a Copa 2026 segundo Djalminha?
Ele lista Argentina, França, Inglaterra e Espanha como favoritos, com o Brasil em quinto lugar.
O Brasil já foi favorito em Copas anteriores?
Sim, o Brasil foi favorito em diversas edições, especialmente em 2002 (quando venceu) e em 2014 (como anfitrião), mas não vence desde 2002.

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